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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Diane Arbus (1923-1971)

Diane Arbus foi uma fotógrafa americana conhecida pelos seus retratos.

Arbus procurava fotografar pessoas diferentes e essa tornou-se uma marca distintiva do seu trabalho.

















































Fonte: aqui.




sábado, 19 de abril de 2014

Fernando Lemos

Fernando Lemos (n. 1926) é um artista português, nascido em Lisboa, a viver no Brasil desde 1953 (devido à sua oposição ao regime de Salazar), e naturalizado brasileiro por volta de 1960.

A sua atividade passa pela pintura, o desenho, a gravura, as artes gráficas, a poesia e a fotografia.

Realizou as primeiras fotografias em 1949, em Lisboa.

Muitas das imagens de Lemos estão ligadas ao movimento surrealista, particularmente pelos meios usados e pelos resultados alcançados. Com frequência recorria a técnicas como a exposição múltipla, a solarização, sobreposições, impressões em negativo e positivo, criando imagens compostas por diferentes fragmentos de outras imagens.




Eu (Auto Retrato), 1949


"Um auto retrato é sempre uma forma de revelação. Por definição revelação do próprio, tanto espelha aquele que representa como codifica a presença deste em práticas operativas que se inscrevem em lógicas plásticas concetuais, ou de subversão da própria representação."
JO, Maio de 2010, em http://www.cam.gulbenkian.pt/index.php?article=63899&visual=2&langId=1
[Consultado em Abril de 2014]






Luz do Olhar, 1949






Sara Valle, A Fronteira do Teatro, s/d






Augusto Figueiredo, A Recusa, 1949






Sofia de Mello Breyner, s/d






Hilda Hilst, s/d






Intimidade no Chiado, 1949






Mário Cesariny, s/d






Alexandre O'Neill, 1949




Fonte biográfica: aqui e aqui.
Fonte das imagens: aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
Outras fontes: Ferreira, Célia. (2009) Sobre a Fotografia de Fernando Lemos. Via https://iconline.ipleiria.pt/bitstream/10400.8/207/1/art7_ferreira.pdf [Consultado em Abril 2014].

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Henri Cartier-Bresson (1908-2004): retratos

Como já foi referido, Henri-Cartier Bresson foi um dos pioneiros do fotojornalismo, destacando-se nos géneros street photography e life reportage. Bresson também trabalhou o género do retrato, com um estilo muito próprio, com grande atenção aos detalhes, à composição e ao enquadramento. 






Avenue du Maine, Paris, 1932




 Joe, a jazz trumpet player with his wife May, 1935



Simone De Beauvoir, Paris, 1947



Svetlana Beriosova, Londres, s/d



Coco Chanel, 1964



Marcel Duchamp in his studio, 1968



Francis Bacon, 1971



Georg Eisler, 1993



Website da Fundação H-C Bresson: aqui.
Fonte das imagens e mais imagens: aqui.
Fontes: Website da Fundação H-C Bresson e CARTIER-BRESSON, Henri – El instante decisivo. in FONTCUBERTA, Joan (ed.) – Estética Fotográfica. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2004. p. 221-236.

domingo, 13 de abril de 2014

Félix Nadar (1820-1910)

Félix Nadar (por vezes abreviado para, simplesmente, Nadar) é o pseudónimo do francês Gaspard-Félix Tournachon.

Nadar foi um dos mais entusiastas retratistas do seu tempo, fazendo inúmeros registos dos seus contemporâneos mais influentes, na grande maioria, seus amigos.


Em 1853 abre, juntamente com o seu irmão Adrien, um estúdio fotográfico no número 113 da Rue de Saint-Lazare, em Paris. A afluência ao estúdio era tal que a rua passou a ser frequentemente conhecida para os cocheiros da época como a Rue de Saint-Nadar. Mais tarde, mudou o estúdio para a Boulevard des Capoucines e, enquanto lá esteve, este foi um lugar de reunião e tertúlia muito considerado pelas personalidades da altura.


Sougez (2001) refere que Nadar trabalhava sem artifícios. Colocava os seus modelos diante de fundos matizados, devidamente iluminados, evidenciando o essencial do seu caráter.




Auto Retrato, 1855





Mulher do Fotógrafo, 1890





Sarah Bernhardt, 1865





C. Baudelaire, 1856





Victor Hugo, 1878



Fonte bibliográfica do texto: SOUGEZ, M. L. (2001). História da Fotografia. Lisboa: Dinalivro.
Fonte das imagens: aqui e aqui.

sábado, 12 de abril de 2014

Irving Penn (1917-2009)

Irving Penn, fotógrafo americano, conhecido pelo seu trabalho nos campos do retrato, da fotografia de moda (particularmente pelos editoriais para a revista Vogue) e naturezas mortas.





Irving Penn, autoretrato num espelho rachado, Nova Iorque, 1986





Truman Capote, Nova Iorque, 1965





 Al Pacino





 Pablo Picasso, Nova Iorque, 1957





  Salvador Dali






  Sofia Loren






Igmar Bergmann, 1964





Website da Fundação Irving Penn: aqui.
Mais informações sobre o fotógrafo: aqui.
Fonte das imagens, outras imagens e mais informação: aqui.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Richard Avedon (1923-2004)

Richard Avedon nasceu em Nova Iorque, EUA. 
Começou a trabalhar como fotógrafo no final da primeira metade do século XX, servindo as forças armadas, durante a Segunda Grande Guerra Mundial. Durante os dois anos em que serviu a Segunda Classe da Marinha Mercante, Avedon fazia retratos de identificação dos tripulantes. Depois desta experiência, o fotógrafo dedicou-se à fotografia de moda. Montou o seu estúdio em 1945 e começou a trabalhar para diversas revistas, obtendo, rapidamente, grande destaque. 

Uma parte importante da sua obra é composta por retratos, caraterizados por manchas fortemente contrastadas onde as figuras, em primeiro plano, se destacam pelo recurso a fundos simples (normalmente cenários de cor branca ou cinzenta).

Especial é também a atenção dada por Avedon ao espaço vazio que, em muitas imagens, ocupa uma parte significativa das mesmas. 




Richard Avedon, fotografado por Frank Horvat, em Nova Iorque, 1963






 Maurizio Cattelan, Nova Iorque






  Elizabeth Taylor, Nova Iorque, 1954






 Marilyn Monroe, Nova Iorque, 1957






  Marlon Brando, Nova Iorque, 1951






  Orson Welles, Nova Iorque, 1955






  Alfred Hitchcock, Nova Iorque, 1956






  Ingrid Bergman, Nova Iorque, 1961






 Judy Dench, Londres, 1997






 Maria Callas, Nova Iorque, 1970






Website da Fundação Richard Avedon: aqui.
Fonte do texto, das imagens, outras imagens e mais informação: aqui e aqui.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Henri Cartier-Bresson (1908-2004)

Henri-Cartier Bresson, fotografo francês, foi um dos pioneiros do fotojornalismo.

Ele foi um dos impulsionadores dos géneros: street photography e life reportage.


Cartier-Bresson deixava, frequentemente, uma marcada margem negra do negativo nas suas fotografias, como sinal de uma fronteira que não deveria ser transposta, contendo dentro dos seus limites o que o fotógrafo havia querido mostrar e cuja leitura deveria ser respeitada.



"For me the camera is a sketch book, an instrument of intuition and spontaneity, the master of the instant which, in visual terms, questions and decides simultaneously. In order to “give a meaning” to the world, one has to feel involved in what one frames through the viewfinder. This attitude requires concentration, discipline of mind, sensitivity, and a sense of geometry. It is by economy of means that one arrives at simplicity of expression.


To take a photograph is to hold one’s breath when all faculties converge in a face of fleeing reality. It is at that moment that mastering an image becomes a great physical and intellectual joy.


To take a photograph means to recognize – simultaneously and within a fraction of a second– both the fact itself and the rigorous organisation of visually perceived forms that give it meaning.


It is putting one’s head, one’s eye, and one’s heart on the same axis."

--  Henri-Cartier Bresson




Henri-Cartier Bresson, fotografia de Robert Delpire, 1967






 Senos, Grécia, 1961






 Hyeres, França, 1932






Madrid, Espanha, 1933






Pequim, China, 1948





Rue Moufettard, França, 1952






Brie, França, 1952







Website da Fundação H-C Bresson: aqui.
Citação retirada do website da Fundação H-C Bresson: aqui.Mais informações sobre o fotógrafo e mais imagens: website da fundação.
Fonte: CARTIER-BRESSON, Henri – El instante decisivo. in FONTCUBERTA, Joan (ed.) – Estética Fotográfica. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2004. p. 221-236.